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A precessão do periélio de Mercúrio foi um dos testes cruciais da Relatividade Geral. Observa-se um avanço de aproximadamente 574" por século, dos quais cerca de 531"/século decorrem de perturbações gravitacionais de outros planetas. O excedente de ~43"/século não é explicado pela mecânica newtoniana.
Considerando a origem física desse excedente, assinale a alternativa que descreve corretamente por que a Relatividade Geral é necessária nesse fenômeno.
A gravidade do Sol é descrita como curvatura do espaço-tempo, e a órbita de Mercúrio sofre uma correção relativística que produz o avanço residual do periélio.
Marés solares deformam Mercúrio, alteram seu momento de inércia e introduzem um termo clássico dominante capaz de gerar o avanço residual observado.
A alta excentricidade da órbita exige correções na lei de Newton, pois a gravitação universal clássica não é válida para elipses mais alongadas.
A interação entre o campo magnético solar e o núcleo metálico de Mercúrio cria forças adicionais que respondem pelo avanço residual do periélio.
A pressão de radiação do Sol aplica um torque efetivo sobre Mercúrio, produzindo uma precessão secular compatível com o excedente observado.