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Em 1887, Heinrich Hertz observou que luz ultravioleta incidindo sobre eletrodos metálicos facilitava a passagem de faíscas elétricas. Ao ensinar o efeito fotoelétrico, um professor apresenta um gráfico da energia cinética máxima dos fotoelétrons (Ec,máx) em função da frequência da luz incidente (f) para três metais A, B e C. As três retas possuem a mesma inclinação, mas interceptam o eixo das frequências em pontos distintos, com fA < fB < fC.
Com base na teoria quântica do efeito fotoelétrico, conclui-se que:
os três metais possuem a mesma função trabalho, mas diferentes constantes de Planck, o que explica as distintas frequências de corte observadas no gráfico.
as diferenças entre as retas indicam que cada metal apresenta uma constante de Planck própria, determinada por sua estrutura eletrônica.
a inclinação comum das retas está associada à constante de Planck, enquanto as diferentes frequências de corte refletem diferentes funções trabalho dos metais.
as diferentes frequências de corte resultam da variação da eficiência de emissão de elétrons, independentemente da energia dos fótons incidentes.
as retas distintas indicam que a energia cinética dos fotoelétrons depende do tipo de metal e não da frequência da radiação incidente.