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Espelhos esféricos têm aplicações das mais diversas, desde a colimação da luz celeste nos telescópios refletores até a formação de imagens de objetos posicionados no chamado ponto cego do espelho retrovisor externo de alguns veículos. A nitidez das imagens, entretanto, depende de duas restrições geométricas observadas pelo cientista Johann Gauss. Com relação à reflexão da luz em espelhos esféricos, Gauss observou que a imagem
de objetos próximos aos espelhos esféricos é muito mais nítida, o que o levou a postular que a nitidez depende da relação entre o tamanho do espelho esférico e o tamanho do objeto.
em espelhos esféricos é sempre real, desde que o objeto seja colocado no eixo principal do espelho, o que o levou a postular que a nitidez depende da posição vertical do espelho em relação ao objeto.
em espelhos esféricos é sempre virtual, desde que o objeto seja menor que a distância focal do espelho, o que o levou a postular que a nitidez depende do tamanho relativo entre objeto e espelho.
em espelhos esféricos é sempre maior que o objeto, desde que o índice de refração do espelho seja maior que o do meio onde a luz se propaga, o que o levou a postular que a reflexão em um espelho esférico depende da diferença entre os índices de refração do meio incidente e do espelho.
de objetos distantes dos espelhos esféricos é muito mais nítida, o que o levou a postular que a nitidez depende da inclinação dos raios de luz em relação ao eixo principal do espelho.
Um dentista munido de uma lupa analisa um dente do seu paciente. Sua lupa é constituída por uma lente convergente com distância focal de 5 cm. Ao utilizá-la, ele vê a imagem virtual da impressão digital aumentada de 20 vezes em relação ao tamanho real. Com base nesses dados, a distância que separa a lupa do dente é:
4,75 cm.
4,0 cm.
5,0 cm.
20 cm.
6,0 cm.
Uma vela acesa com 10 cm de altura se encontra em frente a um espelho convexo a 30 cm de seu vértice e cuja distância focal é de 20 cm. Considere que a imagem da vela reduz 0,08 cm em sua altura a cada minuto. Assim, a vela será consumida por inteiro num intervalo de tempo de
30 minutos.
40 minutos.
50 minutos.
60 minutos.
A luz solar incide sobre um espelho esférico convexo. Apesar da indicação da direção de incidência na figura, sabe-se que os feixes luminosos podem incidir em toda a superfície na direção indicada.

Assim, os raios refletidos nos pontos A, B e C do espelho têm ângulos, respectivamente θA, θB, θC , tais que:
θA>θB>θC
θA>θC>θB
θA<θC<θB
θA<θB<θC
θA=θB=θC
Espelhos esféricos côncavos são comumente utilizados por mulheres ao se maquiar porque, dependendo da posição relativa entre objeto e imagem, elas conseguem ver o seu rosto ampliado. Na figura abaixo, pode-se observar esquematicamente a imagem formada por um espelho côncavo.

Desta forma a imagem formada se encontra:
entre F e V e direita em relação a imagem.
entre F e C e direita em relação a imagem.
entre F e V e invertida em relação a imagem.
entre F e C e invertida em relação a imagem.
antes de C direita em relação a imagem.
Antes de realizar um experimento usando uma vela acesa, lentes e espelhos, Gabriel imaginou as imagens da chama que poderia obter usando um pedaço de papel. Ele imaginou que poderia obter:
I - uma imagem maior e invertida (de cabeça para baixo) da chama, se usasse um espelho côncavo.
II - uma imagem maior e não invertida da chama, se usasse uma lente divergente.
III - uma imagem menor e invertida (de cabeça para baixo) da chama, se usasse uma lente convergente.
IV - uma imagem menor e invertida (de cabeça para baixo) da chama, se usasse um espelho côncavo.
Estão CORRETAS apenas as imagens descritas em:
I e III.
II e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
Um pequeno objeto plano e luminoso pode ser utilizado em três arranjos ópticos distintos (I, II e III), imersos em ar, como apresentado na figura abaixo.

No arranjo I, o objeto é colocado sobre um plano onde se apoiam dois espelhos planos ortogonais entre si. Nos arranjos II e III, respectivamente, o objeto é disposto de forma perpendicular ao eixo óptico de um espelho esférico côncavo gaussiano e de uma lente convergente delgada. Dessa maneira, o plano do objeto se encontra paralelo aos planos focais desses dois dispositivos. Considere que as distâncias do objeto ao vértice do espelho esférico e ao centro óptico da lente sejam maiores do que as distâncias focais do espelho côncavo e da lente.
Nessas condições, das imagens abaixo, a que não pode ser conjugada por nenhum dos três arranjos ópticos é




Objetos e imagens podem ser direitos ou invertidos. Direito, nesse caso, é antônimo de invertido na concepção de inverso ou contrário, temos espelhos que só fornece imagens virtuais e há certo tipo de espelho que pode fornecer imagens reais ou virtuais dependendo a posição do objeto colocado sobre o eixo principal. Um objeto real, direito, de 2 cm de altura, está localizado no eixo principal de um espelho esférico côncavo de R = 40 cm. Qual a posição e a altura da imagem quando esse objeto estiver a uma distância de 50 cm do vértice do espelho. Observação. “Lembre-se que o sinal negativo indica que a imagem é invertida”.
Chamamos espelho esférico qualquer calota esférica que seja polida e possua alto poder de reflexão.

33 cm; 1,3 cm.
30 cm; 1,3 cm.
33 cm; 1,5 cm.
33 cm; 1,8 cm.
30 cm; 1,5 cm.
Um objeto de 1,5 cm de altura é colocado a uma distância de 5 cm de um espelho côncavo cuja distância focal vale 10 cm. A altura da imagem formada é de
0,5 cm.
1,0 cm.
1,5 cm.
2,5 cm.
3,0 cm.
Um espelho côncavo produz de um objeto real colocado entre o foco e o centro de curvatura do espelho uma imagem
real e maior.
virtual e maior.
virtual e menor.
real e menor.
virtual e de mesmo tamanho.
virtual, invertida e menor do que o objeto
real, direita e maior do que o objeto
real, invertida e menor do que o objeto
virtual, direita e menor do que o objeto
real, invertida e maior do que o objeto