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A reação abaixo descreve a produção de um radioisótopo utilizado atualmente em Medicina Nuclear. Considere X e Y, radiações emitidas ou absorvidas nesse processo.
4299Mo + X → 4399mTc → 4399Tc + Y
Considerando‐se essas informações é correto afirmar:
O isótopo 4399Tc é produzido pelo decaimento do isótopo 4299Mo por emissão beta mais (X).
O isótopo 4399Tc é resultado do decaimento gama do isótopo 99mTc (Tc metaestável), o qual é utilizado para diagnóstico médico.
O isótopo 4399Tc é produzido pelo decaimento do isótopo 4299Mo seguido de emissão alfa (Y).
O isótopo 4299Mo é produzido por fissão nuclear do isótopo 235U e tem meia‐vida longa, sendo, assim, adequado para um diagnóstico contínuo de certas doenças.
O isótopo 4299Mo tem meia‐vida curta (6,02 h), por isso tem de ser aplicado para diagnóstico médico pouco tempo após sua produção.
O Serviço de Medicina Nuclear deve ser constituído por, no mínimo,
titular, médico nuclear, supervisor de proteção radiológica e radiofarmacêutico.
titular, médico nuclear, supervisor de proteção radiológica e cardiologista.
médico nuclear, supervisor de proteção radiológica, radiofarmacêutico e cardiologista.
titular, médico nuclear e supervisor de proteção radiológica.
titular, médico nuclear, supervisor de proteção radiológica e tecnólogo.
Os limites de dose equivalente efetiva para trabalhadores ocupacionalmente expostos e para o público são, respectivamente,
500 mSv/ano e 50 mSv/ano.
100 mSv/ano e 10 mSv/ano.
50 mSv/ano e 1 mSv/ano.
20 mSv/ano e 1 mSv/ano.
20 mSv/ano e 15 mSv/ano.
Indique a alternativa que apresenta somente grandezas cujos valores podem ser obtidos a partir dos espectros de raios X.
Adote as seguintes siglas:
CSR: Camada semirredutora
kVp: Tensão de pico
Eef: Energia efetiva do feixe de radiação
EM: Energia média
FA: Filtração adicional
mA: Corrente no tubo
mAs: Produto corrente‐tempo
CSR, kVp e Eef.
CSR, kVp e FA.
kVp, mA e Em.
kVp, FA e mAs.
CSR, Eef e mAs.
Considere que, enquanto se monitorava uma bancada, com monitor pancake, encontrou-se uma contaminação de 400 kcpm. Removeu-se então o papel absorvente que forrava essa bancada, e uma nova medida de monitoração resultou em 160 kcpm. Prosseguiu-se com o procedimento de descontaminação, retirando-se o plástico protetor, e encontrou-se 60 kcpm na monitoração subsequente. Utilizou-se então a técnica de esfregaço, que deixou a bancada com 18 kcpm.
60%, 63% e 70%.
40% , 38% e 30%.
67% , 80% e 30%.
60%, 38% e 70%.
60%, 63% e 40%.
O raio-X convencional é particularmente útil para imagens de vasos sanguíneos e tecidos moles, como órgãos internos e músculos. Quando atravessam o corpo do paciente, uma fração da energia do feixe de raios-X é absorvida pelos tecidos, ocorrendo atenuação do feixe de raios-X, a qual depende do tipo de tecido. O osso (com atenuação muito alta), os pulmões (que contêm ar) e outros tecidos aparecem, respectivamente, nas seguintes cores:
branco; cinza; diferentes tons de preto.
cinza; branco; diferentes tons de preto.
preto; branco; diferentes tons de cinza.
branco; preto; diferentes tons de cinza.
branco; cinza; diferentes tons de amarelo.
A ultrassonografia pode contribuir como auxílio no diagnóstico médico e veterinário, sendo, atualmente, a sua aplicação mais ampla em seres humanos. É muito utilizada em obstetrícia, sobretudo na avaliação de aspectos morfofuncionais. Permite ainda a orientação de processos invasivos mesmo antes do nascimento.
O fenômeno utilizado para produzir a imagem no ultrassom é a
ressonância.
interferência de ondas sonoras.
absorção do som.
reflexão do som.
A descoberta dos raios-X foi feita pelo físico alemão Wilheelm Conrad Rontgen, em 1895. Ele verificou nesses raios a propriedade de atravessar materiais de baixa densidade, como músculos e tecidos biológicos, sendo absorvidos por materiais com densidades mais elevadas, como os ossos, por exemplo. Por isso, os raios-X são amplamente utilizados em radiografias. Outras possíveis aplicações recentes dos raios-X são:
no tratamento de formas do câncer, na pesquisa da estrutura cristalina de sólidos e na pesquisa científica/tecnológica em indústrias e centros de pesquisa
no tratamento de formas de câncer, na pesquisa dos níveis de energia de estruturas moleculares e cristalinas e na pesquisa aplicada aeroespacial.
no diagnóstico de doenças ósseas, no tratamento de patologias odontológicas e no clareamento dentário
no estudo da estrutura cristalina de sólidos e proteínas, no tratamento de osteoporose e na diagnose de doenças neurológicas de origem imunológicas.
no tratamento de formas do câncer, na pesquisa básica científica de estruturas cristalinas de novos materiais e na pesquisa aplicada às geociências
O microscópio de tunelamento é um dispositivo de formação de imagens em nível atômico, capaz de formar a imagem de superfície de materiais com resolução muito maior que os microscópios ópticos e eletrônicos usuais. O princípio de funcionamento desse microscópio se baseia na possibilidade de os elétrons sofrerem __________ na agulha metálica que forma a sonda do microscópio.
Assinale a alternativa na qual se encontra o item que completa corretamente a lacuna acima.
difração óptica
efeito túnel
efeito fotoelétrico
efeito termoelétrico
efeito Compton
Uma placa metálica de potássio é irradiada por um feixe de luz violeta com comprimento de onda λ = 400nm, gerando fotoelétrons pelo efeito fotoelétrico. A função trabalho da superfície de potássio vale: Φ = 2,2eV. A energia dos fótons luminosos incidentes é conhecida: E = hf = 3,1eV, onde h (= 6,63x10-34 Js) é a constante de Planck e f é a frequência da radiação luminosa incidente (f = c/λ), sendo c = 3x108 m/s a velocidade da luz no vácuo. A energia cinética máxima Kmax dos fotoelétrons ejetados da superfície metálica será de:
7,2 eV
3,6 eV
1,8 eV
0,9 eV
0,5 eV