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Para que o modelo de gás ideal possa ser aplicado a um gás real, em bom grau de aproximação, são condições necessárias e suficientes que os gases sejam rarefeitos e estejam a temperaturas elevadas.
Certo
Errado
O gráfico da pressão (P) em função do volume (V) no desenho abaixo representa as transformações sofridas por um gás ideal. Do ponto A até o ponto B, o gás sofre uma transformação isotérmica, do ponto B até o ponto C, sofre uma transformação isobárica e do ponto C até o ponto A, sofre uma transformação isovolumétrica. Considerando TA , TB e TC as temperaturas absolutas do gás nos pontos A, B e C, respectivamente, pode-se afirmar que:

TA = TB e TB < TC
TA = TB e TB > TC
TA = TC e TB > TA
TA = TC e TB < TA
TA = TB = TC

Um gás ideal contido em um recipiente pode passar de um estado inicial i a um estado final f por meio de dois processos diferentes — K e L —, como representados no seguinte diagrama de pressão versus volume.
Sejam QK o calor recebido e WK o trabalho realizado pelo gás no processo K.
No processo L, esses valores são QL e WL, respectivamente.
Nessa situação, é CORRETO afirmar que
QK > QL e WK > WL .
QK > QL e WK < WL .
QK < QL e WK > WL .
QK < QL e WK < WL .
Se toda a energia dissipada pela bola nas três primeiras colisões com o solo fosse utilizada para aquecer um copo de água (250 gramas), a elevação na sua temperatura, em °C, seria de, aproximadamente,
Dado: 1 cal = 4,2 J
0,02
0,05
0,1
0,5
1

III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
No final do século XVIII, a natureza do calor estava em discussão. Dois pontos de vista congregavam a opinião dos físicos: de um lado, a hipótese do calórico de Lavoisier; do outro, a hipótese do movimento vibratório das partículas do corpo, endossada por Francis Bacon e Robert Hooke. Nesse cenário, as experiências bastante precisas realizadas por Benjamim Thomson (Conde de Rumford), enquanto supervisionava a perfuração de canhões nas oficinas do arsenal militar de Munich, levaram à conclusão de que
o calor é uma forma de energia, pois a energia cinética e energia potencial são equivalentes ao calor e vice-versa.
o calor gerado por atrito, durante a perfuração dos canhões, parecia ser inesgotável, assim não poderia haver uma lei de conservação do calórico.
o calor é uma forma de energia em trânsito, que é transferida em virtude de uma diferença de temperatura entre os corpos.
o calor é uma substância imponderável, que é liberado pelos corpos quando esses são “espremidos”.
O calor latente de fusão da substância que constitui o corpo, em cal/g, vale
30.
25.
15.
10.
5,0

O calor específico da substância que constitui o corpo, no estado sólido, em cal/g°C, vale
0,10.
0,50.
0,80.
1,0.
2,0.
No interior de um calorímetro de cobre, são queimados integralmente 10,0 g de uma dada substância orgânica. A massa do calorímetro é 2.000 g. Inicialmente, antes da queima, o calorímetro apresenta-se em equilíbrio térmico com seu conteúdo interno, composto por 1500 g de água e 500 g de gelo, a 0 ºC. Os calores específicos do cobre e da água são, respectivamente, 0,093 cal g.ºC e 1,0 cal/g.ºC, e o calor latente do gelo é 80 cal/ºC. Despreze as pequenas capacidades caloríficas dos gases envolvidos no processo. Ao término da combustão e estabelecido o equilíbrio térmico, a temperatura do calorímetro é 50 ºC. A quantidade de calor fornecida por grama pela substância orgânica, em kcal, é
2,50
3,02
7,08
14,9
37,2
Analise a figura a seguir.

Considerando o segundo princípio da termodinâmica, podemos afirmar que a figura acima representa