

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET) é uma tecnologia que produz imagens tomográficas a partir de processos nucleares. O radioisótopo mais usado em PET é o 18F (flúor‐18, que emite partículas β+ (pósitrons) com energia máxima 633 keV), como marcador em uma molécula de FDG (Fluorodesoxiglicose). O FDG é injetado na corrente sanguínea do paciente e pode ser utilizado para conseguir imagens de tecidos e órgãos do corpo, como o cérebro, que estejam consumindo mais glicose do que outros. Externamente, conjuntos de pares simétricos de detectores circundam o paciente para registrar a radiação liberada dele, para a formação das imagens.
Assinale a alternativa que descreve corretamente o processo físico básico envolvido nessa técnica.
O FDG é levado ao cérebro pela corrente sanguínea e os pósitrons emitidos pelo 18F sofrem Bremsstrahlung no interior do paciente, e os detectores registram os raios X emitidos.
Os pósitrons atacam células do sangue que entram no cérebro, combatendo eventuais tumores em início de formação.
Os pósitrons emitidos pelo 18F sofrem aniquilação ao interagirem com elétrons locais no cérebro, com emissão simultânea de 2 fótons, que são detectados exteriormente.
As partículas β+ emitidas pelo FDG induzem reações nos núcleos de carbono existentes no cérebro, com produção de raios gama, que são detectados exteriormente.
A energia das partículas β+ é suficientemente grande para que elas, após a interação no cérebro, escapem do paciente e sejam detectadas exteriormente.