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A Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET) é uma...

A Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET) é uma tecnologia que produz imagens tomográficas a partir de processos nucleares. O radioisótopo mais usado em PET é o 18F (flúor‐18, que emite partículas β+ (pósitrons) com energia máxima 633 keV), como marcador em uma molécula de FDG (Fluorodesoxiglicose). O FDG é injetado na corrente sanguínea do paciente e pode ser utilizado para conseguir imagens de tecidos e órgãos do corpo, como o cérebro, que estejam consumindo mais glicose do que outros. Externamente, conjuntos de pares simétricos de detectores circundam o paciente para registrar a radiação liberada dele, para a formação das imagens.


Assinale a alternativa que descreve corretamente o processo físico básico envolvido nessa técnica.


A

O FDG é levado ao cérebro pela corrente sanguínea e os pósitrons emitidos pelo 18F sofrem Bremsstrahlung no interior do paciente, e os detectores registram os raios X emitidos.


B

Os pósitrons atacam células do sangue que entram no cérebro, combatendo eventuais tumores em início de formação.


C

Os pósitrons emitidos pelo 18F sofrem aniquilação ao interagirem com elétrons locais no cérebro, com emissão simultânea de 2 fótons, que são detectados exteriormente.


D

As partículas β+ emitidas pelo FDG induzem reações nos núcleos de carbono existentes no cérebro, com produção de raios gama, que são detectados exteriormente.


E

A energia das partículas β+ é suficientemente grande para que elas, após a interação no cérebro, escapem do paciente e sejam detectadas exteriormente.