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Segundo um ditado popular, um raio não cai duas vezes em um mesmo lugar, entretanto, essa informação está incorreta. Existe um exemplo: a estátua do Cristo Redentor localizada no topo do morro do Corcovado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) atrai cerca de dois milhões de turistas a cada ano e é considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Devido ao seu tamanho e ao fato de estar no topo de uma montanha de 710 metros, o Cristo Redentor é frequentemente atingido por raios. Os para-raios auxiliam na prevenção para que a maioria dos raios não caia diretamente sobre a sua superfície, apesar dessas medidas de segurança, em média, a estátua é atingida cerca de seis vezes por ano.
Fonte: Medeiros, D.S.F.; Souza, P.V.S.; Saba, M.M.F. A física dos relâmpagos - uma sequência didática refenciada na aprendizagem significativa de Ausubel. Lat. Am. J. Phys. Educ. Vol. 13, N°. 1, 2019.
Os raios são fenômenos naturais que despertam o interesse humano, portanto, sobre esse assunto, assinale a alternativa correta:
A corrente elétrica produzida pelo relâmpago gera um aquecimento brusco e expansão supersônica do ar, produzindo uma forte pressão que dá origem a uma onda de choque que gera um som: o trovão.
Durante as tempestades com raios, ocorre uma diminuição do campo elétrico, mantendo a rigidez dielétrica do ar, havendo, portanto, uma manutenção da capacidade de isolamento do ar.
Existe apenas um tipo de relâmpago, aquele que toca o solo, também chamado de raio.
Os raios podem ser classificados segundo a sua polaridade, entretanto, eles apresentam uma singularidade, pois os raios negativos transferem cargas positivas para o solo, ao passo que os raios positivos transferem cargas negativas ao solo.
Os raios sempre e somente seguem uma trajetória linear e descendente no sentido nuvem-solo.