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As cardiopatias congênitas são responsáveis por grande quantidade dos procedimentos cirúrgicos na primeira infância. Podem ser classificadas como cardiopatias cianóticas ou acianóticas, e o quadro clínico varia de acordo com a fisiopatologia de cada uma das doenças.
A fisioterapia no pós-operatório de correção de cardiopatias congênitas, em neonatos e crianças, segue princípios básicos, tais como
não verificar a estabilidade hemodinâmica da criança, já que não há riscos relacionados à fisioterapia nem suas técnicas são capazes de alterar as funções vitais e o conforto da criança.
aguardar 48 horas para realizar a extubação traqueal da criança em todos os casos desse tipo de cirurgia.
evitar o uso de pressão positiva expiratória final, principalmente no pós-operatório de casos que cursem com atelectasia.
evitar manobras torácicas bruscas sobre as incisões cirúrgicas e as manobras de percussão na porção anterior do tórax.
manter a criança em pós-operatório de cirurgia cardíaca restrita ao leito por no mínimo 72 horas, sem nenhum tipo de mobilização e/ou trocas de decúbito.