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A incidência de paralisia cerebral, ou encefalopatia crônica não progressiva, em recém-nascidos (RN) a termo, nos países desenvolvidos, é de 2,5 crianças para cada 1.000 nascidos vivos. Nos países em desenvolvimento, a incidência estimada é de 7 para cada 1.000 nascidos vivos. Esses dados refletem a qualidade da assistência médica à gestante e aos RN nesses países. A fisioterapia avalia a criança com paralisia cerebral quanto à sua capacidade de realização das atividades diárias, participação social e seu deficit motor. O tratamento tem o objetivo de otimizar o estado de saúde e a satisfação da criança, melhorando sua funcionalidade a partir de trabalhos que melhoram a motricidade. Em relação ao foco da fisioterapia no tratamento da paralisia cerebral, ou encefalopatia crônica não progressiva, analise as afirmativas a seguir.
I. Reduzir as alterações primárias.
II. Prevenir alterações secundárias do sistema musculoesquelético, minimizando, assim, as disfunções.
III. Estimular o desenvolvimento neuropsicomotor e melhora a qualidade da postura e do movimento.
Está correto o que se afirma em
I, II e III.
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.