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Relativamente às doenças e suas descrições, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Mielomeningocele.
2. Meningocele.
3. Lipomeningocele.
4. Mielocele.
Coluna 2
( ) As paredes da formação cística são constituídas pelas membranas meníngeas, e no seu conteúdo detecta-se a presença de tecido adiposo. Raramente apresenta lesão neurológica. Com frequência, encontra-se no interior do saco dural tufos de cabelo e hipertricose.
( ) Não se observa a presença da formação cística por malformação ou por sua ruptura. O tecido nervoso, que pode ser displásico, apresenta-se exposto. O risco de infecção é iminente e grave, motivo pelo qual a estrutura nervosa deve ser coberta de imediato, através de ato cirúrgico.
( ) A formação cística apresenta no seu interior apenas líquor (líquido raquidiano) e membranas meníngeas (dura-máter, aracnoide e pia-máter), as quais, em parte ou na sua totalidade, formam as paredes do cisto. Não existe tecido nervoso no interior do cisto e, geralmente, não está associada à alteração neurológica, havendo apenas indicação de reparação neurocirúrgica do saco dural.
( ) É o tipo mais frequente de espinha bífida cística, incidindo em 85% dos casos. Apresenta também o aspecto cístico, com as paredes revestidas pelas membranas meníngeas, sendo que o conteúdo apresenta tecido nervoso. Muitas vezes, durante o nascimento, ocorre ruptura do saco dural, sendo possível a identificação sob visão direta do tecido nervoso exposto. Esta forma, por ser complexa, cursa frequentemente com alterações neurológicas e musculoesqueléticas, em graus variáveis.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
2 – 3 – 1 – 4
1 – 2 – 4 – 3.
4 – 1 – 3 – 2.
3 – 4 – 2 – 1.