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Em relação aos pacientes cirúrgicos, assinalar a alternativa CORRETA:
A resposta inflamatória sistêmica, o uso de anestésicos, a dor, a presença de drenos e cateteres e outros fatores de risco contribuem para o aumento da função pulmonar e da força muscular respiratória, de maneira que não há comprometimento da recuperação no pós-operatório.
As cirurgias abdominais e torácicas de médio e grande porte impõem alterações sistêmicas que demandam cuidados específicos no pós-operatório.
As atelectasias e pneumonias, as quais são causadas pelo aumento na capacidade de expectoração e suficiência respiratória diafragmática, são complicações raras no pós-operatório de cirurgias cardíacas, pulmonares, vasculares, gástricas, dentre outras.
Preservar e/ou otimizar a força muscular respiratória é desnecessário para a ventilação pulmonar e para facilitar a desobstrução das vias aéreas.