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Segundo Starkey (2017), com relação ao uso do frio como recurso terapêutico na formação e redução do edema, assinale a opção INCORRETА.
Embora a crioterapia reduza de forma substancial a formação do edema após um trauma musculoesquelético, a aplicação do frio não impede a formação de edema associada a doenças como insuficiência venosa.
Como os retornos linfático e venoso não são influenciados pelo fluxo sanguíneo arterial, as alterações hemodinâmicas associadas à aplicação de frio têm pouco ou nenhum efeito na redução do edema.
Os mecanismos de compressão, elevação (gravidade), contrações musculares e bombeamento muscular por estimulação elétrica precisam também ser incorporados ao plano de tratamento para ocorrer a redução do edema.
O resfriamento prolongado e inapropriado pode aumentar a permeabilidade dos vasos linfáticos superficiais e resultar no derramamento dos conteúdos linfáticos de volta para os tecidos.
A aplicação de frio resulta na constrição de arteriolas e vênulas, porém a quantidade de vasoconstrição das arteríolas é menor do que a das vênulas. Esse efeito ocorre até que as temperaturas do tecido diminuam mais de 15 graus.