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O Laser, um acrônimo para Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, consiste em uma luz altamente organizada (fótons) que provoca eventos fisiológicos nos tecidos. Segundo Starkey (2019), a Laserterapia de Baixa Intensidade (LBI) normalmente não causa destruição tecidual. Sobre o laser terapêutico, assinale a opção correta.
A potência (comprimento de onda) determina a cor da luz do laser. Potência e comprimento de onda, muitas vezes usados como sinônimos, são inversamente relacionados entre si: conforme a potência aumenta, o comprimento de onda diminui (e vice-versa).
Os fótons emitidos durante a LBI ativam determinados receptores da pele que estimulam on inibem eventos fisiológicos. Estes efeitos são provocados pela ativação de cromóforos, partes de uma molécula (geralmente melanina e hemoglobina) que absorvem luz com uma cor (comprimento de onda) específica.
Os lasers produzem um feixe de luz heterogêneo e refinado, que é caracterizado por três aspectos: a luz é monocromática, divergente e colimada. Monocromática significa que a energia luminosa possui a mesma cor; divergente, pois se espalha na medida em que viaja; e colimada, porque o feixe tende a divergir conforme viaja através do espaço.
Lasers com comprimentos de onda menores (600 a 700 nm) penetram mais profundamente nos tecidos do que aqueles com comprimento de onda maiores (800 a 1.000 nm). Existe uma "janela ótica" na qual a penetração da energia luminosa através dos tecidos é maximizada. Essa janela é contingente ao tipo e consistência dos tecidos.
A dosagem de tratamento deve ser aplicada com base na densidade da energia (J/cm2). A dosagem clínica comum de LBI varia de 0,1 a 30,0 J/cm2. Os quadros agudos são tratados com uma potência maior que 5,0 J/cm2. A dosagem para doenças crônicas é normalmente inferior a 0,5 J/cm2.