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A condução nervosa periférica é um processo eletrofisiológico essencial para a comunicação rápida entre o sistema nervoso central e os tecidos efetores, sendo regulado por estruturas especializadas que favorecem a propagação eficiente do potencial de ação. Nas fibras mielinizadas, a integridade da bainha de mielina, a manutenção do gradiente eletroquímico e a atuação coordenada dos canais iônicos dependentes de voltagem desempenham papel determinante na modulação do sinal nervoso. Com base nos fundamentos da neurofisiologia e nas propriedades biofísicas da condução saltatória, assinale a alternativa que descreve, com maior precisão, o mecanismo de propagação do impulso em axônios mielinizados:
O potencial de ação se propaga de forma contínua ao longo do axolema, promovendo despolarização uniforme entre os internódios, com consequente redução da velocidade de condução.
A ativação coordenada dos canais de sódio e potássio em todos os nódulos de Ranvier ocorre simultaneamente, garantindo máxima eficiência na propagação do impulso.
A condução do estímulo se dá por meio de despolarizações contínuas nos segmentos internodais, mediadas exclusivamente pela ação dos canais de potássio voltagem-dependentes.
O impulso nervoso propaga-se de maneira descontínua, com despolarizações localizadas nos nódulos de Ranvier, o que otimiza a economia energética e favorece maior velocidade.
A bainha de mielina atua como um condutor ativo do potencial elétrico, amplificando a intensidade do estímulo entre os nódulos de Ranvier por mecanismos de somação local.