

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
À luz dos avanços na neurofisiologia aplicada à reabilitação funcional, a estimulação elétrica funcional (FES) configura-se como uma estratégia terapêutica relevante na modulação da atividade neuromuscular em indivíduos com lesão do sistema nervoso central. Essa modalidade baseia-se na aplicação controlada de estímulos elétricos sincronizados a tarefas motoras, com vistas à facilitação da neuroplasticidade adaptativa, sendo sua eficácia sustentada por evidências clínicas robustas em desordens do movimento. Considerando os pressupostos fisiológicos e os critérios de indicação terapêutica da FES, assinale a alternativa que contempla, de forma mais acurada, uma de suas características centrais.
A eficácia depende da associação do estímulo elétrico à execução de ações motoras voluntárias, o que potencializa os mecanismos de reorganização cortical e promove ganhos funcionais
Seu mecanismo de ação fundamenta-se na geração de estímulos subliminares de alta voltagem, que atuam exclusivamente sobre terminações nervosas autonômicas, induzindo analgesia centralizada.
A modalidade utiliza correntes alternadas bifásicas simétricas com intensidade máxima tolerada, tendo como principal efeito a dessensibilização segmentar por bloqueio sináptico aferente.
Apresenta resultados satisfatórios apenas em casos de integridade completa do arco reflexo, sendo contraindicada em pacientes com evidências de comprometimento parcial da via eferente.
Deve ser evitada em usuários com histórico de lesões medulares incompletas, dado o risco aumentado de disautonomias reflexas e de interferência nos padrões de recrutamento motor residual.