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A Paralisia Cerebral (PC) é definida como um grupo de distúrbios do movimento e postura, atribuídos a uma lesão não progressiva que ocorre no cérebro em desenvolvimento. Sobre a fisioterapia em pacientes com PC, marque a alternativa CORRETA.
A fisioterapia é importante para o tratamento destas crianças, visando diminuir os encurtamentos musculares, devido à hiperatividade muscular. Dentre essas técnicas estão: Bobath, terapia de integração sensorial, facilitação neuromuscular proprioceptiva, técnica de Brunnstrom e exercícios que trabalhem controle postural e equilíbrio.
A idade mais comum de diagnóstico da deficiência acontece por volta dos 4 a 8 anos, pois nos primeiros três anos de vida ainda não existem marcadores específicos que auxiliem no diagnóstico.
A Paralisia Cerebral pode ser classificada de acordo com a parte do SNC lesado em hemiplegia, diplegia e monoplegia e de acordo com a topografia em atáxica, espástica, discinética e mista.
Uma ferramenta utilizada para mensurar o impacto do comprometimento na função motora é o GMFCS (Gross Motor Function Classification System – sistema de classificação da função motora grossa), que classifica a criança em cinco níveis de comprometimento motor, sendo o nível 5 o de melhor potencial para independência na locomoção e o nível 1 o de maiores limitações funcionais.
Por meio da estimulação precoce o fisioterapeuta proporciona ao paciente o desenvolvimento neuromotor dentro da normalidade, com organização global, sem padrões anormais e deambulação sem auxílio, independente do tipo de Paralisia Cerebral.