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Mulher, 43 anos de idade, após quadro de infecção respiratória de vias aéreas superiores, evoluiu com fraqueza muscular crescente nos membros inferiores e parestesia nos pés e nas mãos. Dirigiu-se ao pronto atendimento do hospital mais próximo de sua casa, e ficou internada para investigação e, após exames, foi diagnosticada com síndrome de Guillain Barré, com o seguinte quadro: deficiência motora generalizada, dor, comprometimento da função respiratória, dificuldade de deglutição e incapacidade de se comunicar satisfatoriamente. A avaliação fisioterapêutica concluiu que a deficiência motora é a causa primária do quadro apresentado. A intervenção permitida/adequada a essa fase é:
movimentação passiva, alongamentos visando mobilizar os tecidos musculares e de sustentação, posicionamento para evitar o encurtamento muscular e alívio das áreas de pressão.
movimentação autoassistida, alongamentos visando mobilizar os tecidos musculares e de sustentação, posicionamento para evitar o encurtamento muscular e alívio das áreas de pressão.
movimentação passiva, alongamentos visando mobilizar os tecidos musculares e de sustentação, exercícios de coordenação motora e estabilidade.
exercícios resistidos, alongamentos visando mobilizar os tecidos musculares e de sustentação, exercícios de equilíbrio.
exercícios ativos livres, alongamentos visando mobilizar os tecidos musculares e de sustentação, exercícios de coordenação motora.