

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma criança de 6 anos com diagnóstico de mielomeningocele apresenta uma lesão neurológica ao nível entre T4 e L1. Durante a avaliação, o fisioterapeuta observa que a paciente possui um bom controle de tronco e membros superiores fortes, mas apresenta paralisia flácida total e ausência de sensibilidade nos membros inferiores. O objetivo terapêutico atual é estimular o ortostatismo e a marcha recíproca com baixo gasto energético, utilizando órtese. Com base nas diretrizes de prescrição de órteses para espinha bífida, assinale a afirmativa CORRETA.
A órtese suropodálica (AFO) é a única indicada para este nível de lesão, pois garante estabilidade total de quadril e joelho.
O Parawalker é indicado para este nível de lesão (T4 a L1), possibilitando marcha de quatro apoios com o auxílio de muletas canadenses ou andador.
O uso de órtese de reciprocação (RGO) é contraindicado para lesões torácicas devido à falta de ativação muscular voluntária nos braços.
Lesões ao nível sacral exigem obrigatoriamente o uso de órteses longas (HKAFO) para possibilitar qualquer tipo de deambulação funcional.
O parapódio deve ser utilizado apenas por crianças com lesão em nível L5, visando exclusivamente a correção de rotação interna da perna.