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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 62 anos, com diagnóstico de acidente vascular encefálico isquêmico em território da artéria cerebral média esquerda há 3 meses, apresenta hemiparesia direita. O exame físico revela espasticidade em flexores de cotovelo e punho, Ashworth modificada grau 2, encurtamento muscular adaptativo e limitação da amplitude de movimento para extensão.
Considerando a fisiopatologia das alterações musculoesqueléticas secundárias à espasticidade e os princípios da cinesioterapia, a conduta fisioterapêutica correta é
adotar repouso articular prolongado com imobilização estática para evitar o desencadeamento de reflexos de estiramento e controlar a dor associada à movimentação.
priorizar o fortalecimento isométrico intenso dos músculos flexores encurtados para reverter a atrofia muscular por desuso antes de iniciar alongamentos.
aguardar a aplicação de toxina botulínica pela equipe médica como intervenção inicial para normalização do tônus muscular antes de exercícios ativos.
realizar alongamento passivo regular e cinesioterapia ativo-assistida para manter a amplitude de movimento e estimular a função muscular dos extensores.