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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 55 anos, com diagnóstico de carcinoma espinocelular de laringe, foi submetido à laringectomia total há 4 semanas. Apresenta traqueostomia definitiva, acúmulo de secreções traqueais, tosse ineficaz e dificuldade de higiene brônquica. À ausculta pulmonar, observam-se roncos difusos bilateralmente.
Considerando as alterações anatomofuncionais póslaringectomia total, a conduta fisioterapêutica respiratória indicada é:
exercícios de respiração diafragmática com ênfase na fase expiratória prolongada com freno labial para redução do trabalho respiratório.
técnicas de reexpansão pulmonar com pressão positiva aplicada por máscara oronasal para recrutamento alveolar e melhora da ventilação.
técnicas de higiene brônquica com aspiração traqueal, umidificação das vias aéreas, exercícios respiratórios adaptados e orientações sobre cuidados com a traqueostomia.
treinamento muscular inspiratório com resistência elevada para fortalecimento diafragmático e melhora da capacidade de gerar fluxo expiratório para tosse.