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Leia o caso a seguir.
Criança do sexo feminino, 5 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral espástica bilateral (diparesia), classificada como GMFCS nível II, apresenta padrão de marcha em tesoura, pé equino bilateral e dificuldade na coordenação motora. A equipe multidisciplinar indica aplicação de toxina botulínica nos músculos adutores de quadril e tríceps sural, associada a um programa intensivo de fisioterapia.
O objetivo da associação entre a aplicação de toxina botulínica e a cinesioterapia é
promover o fortalecimento da musculatura espástica por meio do aumento do tônus muscular e da resistência ao movimento passivo.
substituir os exercícios de alongamento muscular, uma vez que a toxina botulínica promove relaxamento permanente da musculatura.
reduzir temporariamente a espasticidade, permitindo ganho de amplitude de movimento e otimização da resposta aos exercícios terapêuticos.
bloquear a junção neuromuscular de forma definitiva, eliminando a necessidade de intervenção fisioterapêutica contínua.