

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 68 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) predominantemente enfisematosa, apresenta dispneia aos pequenos esforços, uso de musculatura acessória e tórax em tonel. A espirometria revela VEF1/CVF de 52% e VEF1 de 38% do previsto. A avaliação fisioterapêutica identifica padrão respiratório apical com tempo expiratório prolongado e autoPEEP.
O mecanismo fisiopatológico e a técnica respiratória indicada para esse paciente são, respectivamente,
aumento da complacência pulmonar com colapso expiratório das vias aéreas e respiração com freno labial para manutenção da pressão positiva expiratória.
diminuição da complacência pulmonar com redução dos volumes pulmonares e inspiração em tempos associada a pausa inspiratória prolongada.
aumento da resistência inspiratória por broncoespasmo e técnica de inspiração forçada com alta velocidade de fluxo aéreo.
redução do espaço morto fisiológico com hipocapnia e respiração diafragmática com aumento da frequência respiratória.