

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 58 anos, com antecedente de infarto agudo do miocárdio há 2 anos e uso de antiagregante plaquetário, sofreu fratura transtrocantérica de fêmur direito após queda e foi submetido a fixação com haste cefalomedular. No segundo dia de pós-operatório, apresenta-se hemodinamicamente estável, com liberação ortopédica para carga parcial.
Considerando o risco aumentado de tromboembolismo venoso e complicações cardiorrespiratórias, a conduta fisioterapêutica indicada é
manter o paciente em repouso no leito até o sétimo dia de pós-operatório, restringindo a movimentação ativa para proteção do foco de fratura.
realizar exercícios isométricos de quadríceps no membro operado associados a exercícios resistidos de alta intensidade para membros superiores.
iniciar mobilização ativa de membros inferiores, exercícios respiratórios, sedestação e deambulação progressiva conforme tolerância clínica.
aplicar mobilização passiva contínua no membro operado em amplitude máxima associada a exercícios respiratórios com pausa inspiratória prolongada.