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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 58 anos, com diagnóstico de osteossarcoma de tíbia proximal direita, foi submetido à amputação transfemoral devido à impossibilidade de cirurgia de preservação do membro. No 15º dia pós-operatório, apresenta edema residual no coto, ferida cicatrizada e boa evolução clínica. A equipe planeja o processo de reabilitação visando protetização.
As deformidades articulares que devem ser prevenidas no coto de amputação transfemoral e os recursos fisioterapêuticos indicados são, respectivamente,
extensão, adução e rotação interna de quadril, e mobilização passiva em flexão e abdução para ganho de amplitude.
flexão de joelho e dorsiflexão de tornozelo, e imobilização em extensão até consolidação óssea completa.
rotação lateral de quadril e varo de joelho, e uso de órtese rígida em posição neutra durante todo o período pré-protético.
flexão, abdução e rotação externa de quadril, e posicionamento adequado, alongamentos e fortalecimento dos extensores e adutores.