

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Um paciente de 68 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) — fenótipo bronquítico — encontra-se clinicamente estável, porém relata aumento da viscosidade mucóide e dispneia (grau 2 na escala mMRC). Ao exame físico, apresenta murmúrio vesicular reduzido globalmente e ruídos adventícios do tipo roncos difusos. Com o objetivo de otimizar a depuração mucociliar e a higiene brônquica através da manipulação do fluxo aéreo, a estratégia terapêutica mais adequada é:
Aplicar ventilação não invasiva (VNI) com pressão positiva contínua (CPAP), visando exclusivamente o recrutamento alveolar imediato.
Prescrever treinamento muscular inspiratório (TMI) com carga superior a 60% da Manobra de Pressão Inspiratória Máxima (PImax) para reduzir a hipersecreção.
Realizar inspirações máximas sustentadas (exercícios de empilhamento de ar) de forma isolada, para garantir a homogeneidade da ventilação colateral.
Utilizar técnicas de expiração lenta e forçada, como a Aceleração do Fluxo Expiratório (AFE) ou a Técnica de Expiração Forçada (TEF/Huffing), explorando o ponto de equalização de pressão.
Instituir oxigenoterapia de alto fluxo (CNAF) como ferramenta primária para a fluidificação e transporte de secreções em vias aéreas distais.