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Durante a fase inflamatória ou exsudativa do reparo tecidual, que ocorre tipicamente nas primeiras 48 a 72 horas após a lesão aguda, o tecido conjuntivo apresenta um aumento da permeabilidade vascular e quimiotaxia. Nesse estágio, o planejamento terapêutico do fisioterapeuta deve priorizar a proteção biológica do tecido, fundamentando-se em:
Controle do quadro álgico e modulação da resposta inflamatória por meio de recursos de eletrotermofototerapia e compressão, respeitando a fragilidade do coágulo de fibrina.
Ganho de amplitude de movimento por meio de alongamentos estáticos sustentados, com o intuito de prevenir aderências teciduais no foco da lesão.
Estímulo ao anabolismo protéico por meio de exercícios resistidos com carga excêntrica progressiva, visando o alinhamento precoce das fibras colágenas.
Facilitação neuromuscular visando o retorno imediato à atividade de alto impacto, utilizando o estresse mecânico para acelerar a transição para a fase de maturação.
Instituição de imobilização gessada absoluta e prolongada, a fim de evitar qualquer sinal de angiogênese ou fibroplasia na zona de penumbra da lesão.