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O processo de envelhecimento é associado frequentemente à presença de fragilidade, multimorbidades, declínio funcional e aumento do risco de quedas, exigindo do fisioterapeuta uma atuação baseada em evidências científicas e na abordagem biopsicossocial.
Para um idoso classificado como frágil, com histórico de quedas recorrentes, sarcopenia, polifarmácia e comprometimento cognitivo leve, mas que ainda apresenta preservação parcial da autonomia para a realização das atividades básicas de vida diária, assinale a alternativa que indica a conduta fisioterapêutica mais adequada para a promoção da funcionalidade e prevenção de incapacidades.
Indicar repouso relativo, priorizando recursos passivos (eletrotermofototerapia) para reduzir dor e minimizar riscos de novas quedas.
Prescrever exclusivamente exercícios de fortalecimento muscular segmentar em aparelhos, evitando tarefas duplas e estímulos cognitivos, devido ao risco aumentado de instabilidade postural.
Implementar um programa multimodal e individualizado, com treino de equilíbrio, marcha, força funcional, dupla tarefa, educação em saúde e orientação ambiental, articulado com a equipe multiprofissional.
Focar predominantemente em alongamentos globais e exercícios respiratórios, uma vez que déficits cognitivos leves contraindicam treino funcional mais complexo.
Restringir a intervenção fisioterapêutica ao ambiente clínico, evitando orientações domiciliares por não serem efetivas em idosos com fragilidade.