Uma criança de 7 anos, com diagnóstico de paralisia...
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Uma criança de 7 anos, com diagnóstico de paralisia...

Uma criança de 7 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral do tipo diparesia espástica e classificada no nível III do Gross Motor Function Classification System (GMFCS), é inserida em um programa de fisioterapia aquática. Os objetivos terapêuticos principais são a redução da espasticidade em membros inferiores, a melhora da estabilidade postural e a facilitação de um padrão de marcha mais funcional. Considerando o quadro clínico e os objetivos terapêuticos, o principal raciocínio fisioterapêutico para a utilização do meio aquático, de acordo com a literatura, baseia-se na combinação dos seguintes princípios e efeitos:


A

da viscosidade para criar uma resistência constante ao movimento, o que melhora diretamente a coordenação e a cadência da marcha em solo.


B

da flutuabilidade como principal fator para o fortalecimento dos músculos antigravitacionais, utilizando a resistência da água para superar o déficit motor.


C

da pressão hidrostática para unicamente reduzir o edema periférico e melhorar o retorno venoso, otimizando a função cardiorrespiratória durante a atividade.


D

dos termodinâmicos da água aquecida para promover relaxamento muscular e redução da espasticidade, associados à pressão hidrostática para fornecer aferências proprioceptivas que auxiliam na estabilidade postural.