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Emília, uma jovem paciente de 8 anos, recebeu recentemente o diagnóstico de encefalopatia não progressiva da infância, uma condição neurológica que afeta o desenvolvimento motor e o controle muscular. Ela apresenta um quadro espástico, caracterizado por aumento do tônus muscular e rigidez, que resulta em movimentos limitados e dificuldade em controlar os membros inferiores. Além disso, uma deformidade já está presente, afetando os membros inferiores e a mobilidade de Emília.
Visando otimizar seu desenvolvimento motor, melhorar sua qualidade de vida e promover a maior independência possível, qual seria a abordagem fisioterapêutica inadequada?
Alongamento passivo para melhorar a flexibilidade e prevenir contraturas.
Técnica de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (FNP) para estimular a coordenação motora e promover a mobilidade.
Levantamento de Peso para melhorar a deformidade e a coordenação.
Mobilização passiva para manutenção e ganho de amplitude de movimento.
Órteses personalizada para corrigir a deformidade nos membros inferiores.