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Paciente do sexo feminino, 62 anos, com histórico de acidente vascular cerebral isquêmico há 3 meses, apresenta hemiparesia à direita, diminuição do equilíbrio em ortostatismo, lentificação da marcha e dificuldade para realizar atividades de vida diária, como vestir-se e caminhar em ambientes externos. Na avaliação fisioterapêutica, observa-se redução da força muscular em membros inferiores direitos, déficit de controle postural e limitação na participação social.
Com base na Classificação Brasileira de Diagnósticos Fisioterapêuticos (CBDF) e no estabelecimento de metas funcionais, assinale a alternativa que melhor representa uma conduta adequada e alinhada ao modelo biopsicossocial:
Formular o diagnóstico fisioterapêutico com base na CBDF, descrevendo as deficiências cinético-funcionais, e estabelecer metas funcionais voltadas para melhora da marcha, do equilíbrio e da independência nas atividades de vida diária e participação social.
Priorizar apenas alterações estruturais, sem considerar limitações de atividade e restrições de participação, definindo metas exclusivamente relacionadas à amplitude de movimento.
Utilizar a CBDF apenas para fins administrativos, sem relação com o planejamento terapêutico e sem definição de metas funcionais mensuráveis.
Registrar apenas o diagnóstico médico (AVC isquêmico) e estabelecer como meta funcional exclusiva o ganho de força muscular global.


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