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Uma corredora de 28 anos apresenta dor na face lateral do quadril, que piora após 20 minutos de corrida e ao subir escadas. O diagnóstico clínico é de Síndrome da Dor Trocantérica Maior (SDTM), anteriormente conhecida como bursite trocantérica. A avaliação biomecânica revela um valgo dinâmico do joelho e adução excessiva do quadril durante a fase de apoio da corrida. Qual é a abordagem terapêutica mais eficaz, baseada na causa biomecânica da lesão?
Focar no alongamento do trato iliotibial e na aplicação de ultrassom contínuo sobre o trocânter maior para reduzir a inflamação da bursa.
Um programa de fortalecimento focado nos músculos abdutores e rotadores externos do quadril (principalmente glúteo médio e mínimo), associado a um retreinamento da corrida com feedback para corrigir o padrão de movimento.
Prescrever repouso absoluto da corrida e indicar o uso de uma órtese de joelho para controlar o valgo dinâmico.
Realizar terapia manual com manipulação da articulação sacroilíaca, pois a dor é referida.
Infiltração de corticosteroides como primeira e única linha de tratamento, seguida por um retorno imediato à corrida.