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A lesão medular representa uma condição neurológica complexa, com implicações sistêmicas e funcionais significativas. Assim, a avaliação precisa do nível e da integridade da medula espinal é essencial para estabelecer o prognóstico funcional. A reabilitação deve ser iniciada precocemente e embasada em avaliação funcional criteriosa, visando à máxima independência e qualidade de vida. Portanto, a compreensão da fisiologia da medula espinal é crucial para entender sua patologia, pois o tipo e a intensidade do trauma ou patologia determinam as regiões afetadas e o nível de comprometimento (parcial ou total), classificando-se em síndromes medulares. Sendo assim, relacione corretamente os tipos de síndromes medulares indicados com a sua descrição correspondente e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Transversa.
2. Corno anterior.
3. Corno posterior.
4. Centro medular.
5. Cone medular.
6. Cauda equina.
7. Hemissecção medular (Brown-Séquard).
A. É uma lesão lombossacral que causa paralisia flácida, perda de sensibilidade e disfunções vesicais, intestinais e sexuais.
B. É uma lesão que ocorre acima do cone medular. Caracterizada por perda motora e sensitiva total abaixo e/ou no nível da lesão.
C. Essa é uma lesão incompleta rara, historicamente relacionada à lesão por arma branca (faca), podendo ser à direita ou à esquerda. Caracterizada por perda motora, vibratória e proprioceptiva homolateral e perda de sensibilidade térmica e dolorosa contralateral abaixo e/ou no nível da lesão.
D. Pode ser uma lesão completa ou incompleta abaixo do cone medular (L1-L2). Há uma lesão das raízes nervosas, que são neurônios motores inferiores, caracterizando assim uma paralisia flácida dos músculos dos membros inferiores, alteração sensitiva no dermátomo correspondente e arreflexia da bexiga e intestino.
E. Esta é uma lesão incompleta, há perda de sensibilidade vibratória, propriocepção, tato discriminativo e tato profundo abaixo e/ou no nível da lesão. Apesar de não alterar diretamente a função motora, a perda dessas funções pode levar a um impacto significativo no controle do movimento.
F. É uma lesão incompleta relativamente rara e na maioria das vezes causada por ausência ou diminuição do fluxo sanguíneo na parte anterior da medula espinal. Perda de função motora, sensibilidade térmica e dolorosa, com preservação do toque leve e propriocepção no nível da lesão.
G. É a mais comum das lesões incompletas, cursando com maior comprometimento de membros superiores que inferiores. Dependendo do grau da lesão, o paciente pode apresentar perda de funcionalidade de membros superiores, mas ser capaz de deambular. Apesar de a capacidade de deambulação estar presente, ela pode ser prejudicada pela presença de espasticidade, que dificulta a funcionalidade.
1B – 2F – 3E – 4G – 5A – 6D – 7C.
1C – 2G – 3D – 4E – 5B – 6A – 7F.
1A – 2B – 3C – 4D – 5E – 6F – 7G.
1G – 2A – 3F – 4B – 5D – 6C – 7E.