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A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurológica crônica e lentamente progressiva, arrolada à perda de células cerebrais (neurônios) produtoras de um neurotransmissor chamado dopamina. Como consequência, há diminuição na produção de dopamina, e a por isso os movimentos e a coordenação no corpo são afetados. Pensando na melhora do quadro clínico, o método Pilates poderá ser um artefato útil para o tratamento fisioterapêutico pois:
Consegue-se melhora do equilíbrio, flexibilidade articular e postura, além de proporcionar aos praticantes que desejam melhorar a qualidade de vida.
Ajuda o paciente a ter mais consciência corporal, a melhora da respiração e da postura por meio de atividades físicas de alto impacto e muitas repetições.
Os benefícios do exercício físico, no caso método Pilates para DP estão relacionados à neuroplasticidade positiva. A neuroplasticidade é corroborada pelo aumento da força sináptica, que afeta a neurotransmissão e diminui os circuitos funcionais, aumenta a excitação do córtex motor, mudanças no volume da substância branca, fator neurotrófico derivado da linha celular da glia (GDNF) e do fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), regula a sobrevivência e a atividade dos neurônios dopaminérgicos, aumentando então a morte neuronal.
Tem impacto conhecido na população com DP, sobretudo em termos de equilíbrio estático, diminuição da muscular de membros inferiores e superiores, declínio da atividade funcional, resistência aeróbia, arrefecimento da flexibilidade, resultando em diminuição da capacidade funcional.