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A disfunção do assoalho pélvico pode manifestar-se como incontinência urinária de esforço, exigindo uma abordagem terapêutica focada no fortalecimento e coordenação muscular. No que tange à fisiopatologia e tratamento fisioterapêutico, assinale a alternativa CORRETA.
A eletroestimulação endovaginal com frequência de 10 Hertz é utilizada primordialmente para o fortalecimento das fibras musculares do tipo II (contração rápida) da fáscia endopélvica.
A incontinência urinária de esforço decorre da falha nos mecanismos de suporte uretral, sendo os exercícios de contração dos músculos do assoalho pélvico a primeira linha de tratamento.
O uso de cones vaginais é indicado apenas para pacientes com Grau 0 na escala de Oxford, visando o relaxamento do músculo detrusor durante a fase de enchimento vesical.
A cinesioterapia perineal deve ser realizada em posição de litotomia, sendo vedada a progressão para posturas ortostáticas durante as atividades funcionais de vida diária.