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A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas mais frequentes, cuja característica principal é a dor musculoesquelética difusa e crônica. Ela deve ser reconhecida como um estado de saúde complexo e heterogêneo no qual há um distúrbio no processamento da dor associado a outras características secundárias e seu manejo clínico deve envolver uma equipe multiprofissional qualificada capaz de acolher e conduzir as queixas que o paciente pode referir. Com base nas mais atuais diretrizes científicas para tratamento dessa doença, é correto afirmar que
evidências científicas robustas de que terapias alternativas são eficazes, como ventosas, chás, terapias ortomoleculares, cristais, cromoterapia e florais de Bach, entre outras, existem atualmente
a eletroterapia não oferta melhora significativa à dor em repouso e ao movimento com o uso da Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS), bem como não reduz a fadiga e nem traz resultados significativos na qualidade de vida. Fica assim, evidenciado baixo nível de evidência na aplicação de corrente elétrica nesses casos.
o diagnóstico da fibromialgia não é exclusivamente clínico, e exames complementares devem ser solicitados de forma subsidiária para fechar a hipótese. Alguns que compõem esse leque são a ressonância magnética do crânio, a eletroneuromiografia e a biópsia muscular.
programas individualizados de exercícios aeróbicos podem ser benéficos para alguns pacientes que devem ser orientados a realizar exercícios aeróbicos, com progressão lenta e gradual, até chegar a nível moderadamente intenso (60%-75% da frequência cardíaca máxima ajustada para a idade [210 menos a idade do paciente]), duas a três vezes por semana, evitando-se atingir o limiar de deflagração da dor induzida pelo exercício.