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Um paciente de 68 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), é admitido na unidade de emergência com quadro de insuficiência respiratória aguda. O fisioterapeuta observa que o paciente apresenta hiperpneia e uso de musculatura acessória. A equipe decide iniciar a oferta de oxigênio, mas precisa garantir que a Fração Inspirada de Oxigênio (FiO2) seja exata e constante, para evitar o risco de hipoventilação e hipercapnia. Considerando as propriedades dos sistemas de administração de oxigênio, qual deve ser o dispositivo de escolha e a sua justificativa?
Cânula nasal, pois é um sistema de alto fluxo que permite ao paciente se alimentar e conversar, garantindo uma FiO2 precisa acima de 50% em pacientes com respiração bucal.
Cateter nasofaríngeo, devido à sua capacidade de aumentar o espaço morto e facilitar a nebulização simultânea, o que é essencial para um paciente com DPOC em crise.
Máscara com reservatório, por ser um sistema de baixo fluxo que permite a reinalação total do CO2 expirado, auxiliando no estímulo do drive respiratório central no paciente com DPOC.
Tenda de oxigênio, por permitir o controle rigoroso da temperatura e evitar a retenção de dióxido de carbono, sendo o padrão-ouro para pacientes idosos com DPOC.
Máscara de Venturi, pois utiliza o princípio de Bernoulli para captar o ar ambiente através de um gradiente de pressão subatmosférica, garantindo uma FiO2 segura e exata.