

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Um paciente adulto com quadro de insuficiência respiratória apresenta um padrão ventilatório muito instável, com variações frequentes na frequência e na profundidade da respiração. A equipe médica solicita que o fisioterapeuta instale um sistema de oxigenoterapia que garanta uma FiO2 exata e constante. Além disso, o paciente apresenta histórico de sangramento nasal e necessita realizar nebulizações frequentes com broncodilatadores. Qual deve ser a conduta do fisioterapeuta?
Indicar a cânula nasal, pois sua instalação (0,5 a 1 cm nas narinas) permite um ajuste preciso da FiO2, sendo o dispositivo de escolha para pacientes que necessitam de nebulização simultânea e que apresentam respiração bucal.
Optar pelo cateter nasofaríngeo, justificando que sua principal vantagem clínica é a promoção do aumento do espaço morto, o que estabiliza a oferta de oxigênio e reduz o desconforto na cavidade nasal.
Selecionar a máscara de Venturi, por ser o método mais seguro para liberar concentrações reguladas de oxigênio independentemente do padrão respiratório, embora se deva observar que aparelhos de aerossol (nebulização) não devem ser acoplados a esse sistema.
Prescrever a máscara com reservatório, pois este sistema de alto fluxo permite a reutilização total do oxigênio expirado, economizando até 50% do gás e garantindo uma FiO2 de 100% mesmo com fluxos baixos de 2 L/min.
Recomendar o cateter nasal, orientando que o uso de fluxos elevados de oxigênio neste dispositivo é a melhor estratégia para evitar a desidratação da mucosa e garantir que a concentração de oxigênio inspirada seja totalmente conhecida.