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No exame fisioterapêutico, o diagnóstico deixa de repetir o rótulo nosológico quando pa...

No exame fisioterapêutico, o diagnóstico deixa de repetir o rótulo nosológico quando passa a organizar os achados em um raciocínio próprio da profissão.


O diagnóstico fisioterapêutico:


A

se consolida quando a etiologia médica já está definida, e a escolha terapêutica passa a derivar do nome da doença.


B

se firma pela soma dos testes alterados, mesmo quando a relação entre achados, tarefa e contexto permanece fragmentada.


C

articula função e estrutura do corpo, atividade, participação e contexto, convertendo achados em hipótese de intervenção.


D

coincide com a Classificação Internacional de Doenças, desde que o exame físico detalhe dor, força e amplitude articular.


E

ganha precisão quando privilegia o tecido lesado e desloca a repercussão funcional para a etapa final do plano terapêutico.