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Sobre a dor neuropática, assinale a alternativa correta.
A toxina botulínica A, a estimulação magnética transcraniana repetitiva, a lidocaína tópica e o uso de opioides são considerados tratamentos de segunda linha.
As principais características clínicas da dor neuropática incluem dor espontânea (contínua ou paroxística) na ausência de estímulo nocivo, sintomas sensoriais positivos (alodinia, hiperalgesia) e negativos (dormência, perda sensorial), descritores de dor característicos como queimação, formigamento, choque ou pontada.
A eficácia do uso de canabinoides com alta concentração de THC é considerada bastante razoável em casos de dor refratária aos tratamentos convencionais.
Os tratamentos não medicamentosos mais eficazes para dor neuropática incluem exercício físico (especialmente treinamento sensório-motor combinado com exercício aeróbico), a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e a estimulação magnética transcraniana repetitiva (EMTr).
São consideradas como opções terapêuticas de primeira linha antidepressivos tricíclicos, anticonvulsivantes gabapentinoides, opioides de liberação lenta e antidepressivos inibidores de recaptação de serotonina-norepinefrina (duloxetina e venlafaxina).