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Leia o caso a seguir.
A síndrome da fragilidade constitui um fenótipo clínico caracterizado por vulnerabilidade aumentada e maior risco de desfechos adversos em idosos. Um paciente de 81 anos, acompanhado na Atenção Básica, apresenta velocidade de marcha reduzida (0,66 m/s em teste de 4 metros), perda de peso não intencional no último ano e fadiga recorrente em atividades básicas como banho e vestuário.
Com base nos critérios clássicos de fragilidade e em sua relevância prognóstica, a interpretação desse quadro é
síndrome de fragilidade, associada a maior risco de quedas, hospitalizações e mortalidade, com necessidade de intervenção multicomponente.
achados compatíveis apenas com envelhecimento fisiológico, sem implicações clínicas relevantes.
velocidade de marcha não possui valor prognóstico em geriatria, sendo irrelevante para avaliação funcional.
perda de peso não se relaciona com risco funcional aumentado, devendo ser desconsiderada na análise clínica.