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A Chikungunya é uma das arboviroses cuja transmissão se dá através do Aedes aegypti. Embora já tenha tido casos confirmados em todos os estados brasileiros a Região Nordeste é aquela com maior histórico de surto e incidência. A doença é caracterizada pelas manifestações articulares, mas pode gerar afecções e complicações sistêmicas importantes. Assim sendo, sobre a fisiopatologia da doença e seu manejo, qual alternativa é correta:
A fase aguda, até 7 dias, é marcada pela dor articular localizada em pequenas articulações. O tratamento fisioterapêutico neste período deve, portanto, ter como objetivo principal a redução do quadro doloroso. Neste sentido, a Escala Visual Analógica (EVA) é instrumento importante para avaliar a resposta terapêutica e guiar a condução de condutas.
A fase aguda, até 14 dias, é marcada pela ausência de dor articular, que é característica da cronificação da doença e para qual deve haver manejo farmacológico específico a depender do quadro.
A fase pós-aguda, pode estender-se do 15º até 90º dia. Nesta fase há cessação da febre, mas persistência das queixas musculoesqueléticas como poliartralgia e/ou poliartrite de forte intensidade. Considerando o quadro de dor deve haver repouso absoluto, de modo que, o tratamento fisioterapêutico não é recomendado.
A fase crônica caracteriza-se pela persistência das queixas musculoesqueléticas por período superior a três meses. Há, nesta fase, dor intensa e incapacitante, que pode ser persistente ou recidivante. O tratamento fisioterapêutico deve objetivar além da redução da dor a reabilitação das funções, de acordo com o quadro de cada indivíduo.
A fase crônica caracteriza-se pela persistência das queixas cutâneas por período superior a seis meses. Não é comum que haja quadro de dor articular em indivíduos neste período.