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O quadril, formado pela cabeça do fêmur e acetábulo, é crucial para sustentação e locomoção. Lesões ortopédicas do quadril são comuns em adultos e idosos, frequentemente causadas por traumas que geram dor, rigidez e dificuldade de movimento. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta com relação ao impacto femoroacetabular (IFA).
O impacto femoroacetabular (IFA), causado por alteração no acetábulo e/ou cabeça do fêmur, gera atrito anormal, lesões no labrum e cartilagem, e artrose. Classifica-se em Pincer (deformidade acetabular) e Cam (cabeça femoral excêntrica), ambos degeneram cartilagem e labrum.
O impacto femoroacetabular (IFA) não causa dor, mas gera rigidez, aumento de flexibilidade, inchaço e crepitação, dificultando a marcha e atividades diárias, com caráter crônico e limitante. O diagnóstico é apenas por imagem. O envelhecimento é a principal causa, mas sobrepeso, obesidade, doenças metabólicas/reumatológicas e traumas antigos também contribuem. A prevenção envolve alimentação saudável, controle de peso, fortalecimento muscular e educação.
A incidência do impacto femoroacetabular (IFA) é multifatorial, decorrendo da associação entre formato do quadril alterado, movimentos repetitivos e fatores genéticos. É comum em jovens atletas de alto impacto, causando dor anterior na coxa e virilha com limitação da flexão do quadril. O diagnóstico é feito por exame físico (manobras provocativas) e exames de imagem (radiografia, TC, RM).
O tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) pode ser conservador (medicamentos, fisioterapia, correção postural, ganho de mobilidade e força, estabilização de core e pelve, equilíbrio, propriocepção, terapia manual e liberação miofascial) ou cirúrgico (artroscopia), indicado em casos graves sem resposta ao conservador.
É orientado ao paciente com impacto femoroacetabular (IFA) que evitar flexão e rotação do quadril e atividades de alto impacto é crucial. O tratamento é individualizado, visando melhora da qualidade de vida e funcionalidade.