

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A partir de 2012, a Síndrome da Angústia Respiratória Aguda ou SARA passou a ser classificada como Leve, Moderada e Grave. Segundo as Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica de 2013, na SARA Leve, o volume corrente deve ser ajustado em
6 mL/kg de peso predito ideal.
8 mL/kg de peso predito ideal.
3 mL/kg de peso predito ideal.
10 mL/kg de peso predito ideal.
A apneia é um distúrbio do ritmo da respiração. É caracterizada por pausa respiratória superior a:
10 segundos, ou entre 5 e 10 segundos se acompanhada de bradicardia, cianose ou queda de saturação de oxigênio.
20 segundos, ou entre 10 e 15 segundos se acompanhada de bradicardia, cianose ou queda de saturação de oxigênio.
30 segundos, ou entre 15 e 20 segundos se acompanhada de bradicardia, cianose ou queda de saturação de oxigênio.
10 segundos, ou entre 25 e 35 segundos se acompanhada de bradicardia, cianose ou queda de saturação de oxigênio.
20 segundos, ou entre 5 e 10 segundos se acompanhada de bradicardia, cianose ou queda de saturação de oxigênio.
A ___________________ é igual à soma do volume de reserva expiratória com o volume residual. Essa quantidade de ar (cerca 2.300 ml) é a que permanece nos pulmões ao final da expiração normal.
Marque a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
capacidade pulmonar total.
capacidade pulmonar vital.
capacidade pulmonar residual funcional.
capacidade pulmonar inspiratória.
Existem quatro volumes pulmonares, os quais, se adicionados, perfazem o maior volume que os pulmões podem alcançar. O volume corrente é
o volume de ar que ainda pode ser inspirado ao final da inspiração do volume corrente normal.
o volume de ar que, por meio de uma expiração forçada, ainda pode ser exalado ao final da expiração do volume corrente normal.
o volume de ar que permanece nos pulmões mesmo ao fim da mais vigorosa das expirações.
o volume de ar inspirado e expirado em cada ciclo ventilatório normal.
A CPAP nasal, associada aos avanços nos cuidados respiratórios, na terapia de suporte e nos sistemas de monitorização, surge como uma perspectiva de ventilação não invasiva para minimizar a lesão pulmonar. Seu emprego é fundamentado nos seguintes efeitos, EXCETO:
Previne o colapso alveolar e melhora a complacência pulmonar. Em consequência, aumenta o volume corrente efetivo, estabiliza a ventilação-minuto e diminui o trabalho respiratório.
Aumenta a Capacidade Pulmonar Total (CPT) adequando os distúrbios da relação ventilação/perfusão. Como resultado, diminui o shunt intrapulmonar e melhora a oxigenação arterial e venosa.
Conserva a função do surfactante alveolar, prevenindo os ciclos repetidos de colapso e insuflação das vias aéreas distais.
Estabiliza e aumenta o diâmetro das vias aéreas superiores, prevenindo sua oclusão e diminuindo sua resistência.
Reduz a resistência inspiratória por dilatação das vias aéreas, o que torna possível a oferta de maior volume corrente para uma determinada pressão, diminuindo, assim, o trabalho respiratório.