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Criança, sexo masculino, 2 anos, admitida na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica co...

Criança, sexo masculino, 2 anos, admitida na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica com diagnóstico de sepse abdominal. Evolui com desconforto respiratório grave e falha na assistência ventilatória não invasiva. Foi intubada, apresentando em menos de 24 horas sinais clínicos de Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) moderada. Encontra-se hemodinamicamente estável em uso de fármaco vasoativo, porém sem o incremento dos fármacos vasopressores. Os parâmetros ventilatórios apresentam-se a seguir: Modo Ventilação com pressão controlada (PCV); VC: 9mL/Kg; Pressão inspiratória: 30 cm/H2O; PEEP: 10cmH2O; Frequência respiratória:18/35; Tempo inspiratório: 0,75s; Fração inspirada de oxigênio:70% e Saturação de oxigênio: 88%. Assinale, de acordo com o caso clínico supracitado, qual a estratégia protetora poderia ser instituída neste paciente.


A

Posição prona, PEEP = 10cmH2O, Fração inspirada de oxigênio


B

Manobra de recrutamento alveolar com súbito aumento da PEEP, posição prona e pressão de distensão maior ou igual a 30 cmH2O.


C

Volume corrente entre 8-10mL/kg, frequência respiratória mais baixa, tolerar hipercapnia permissiva e pressão de distensão menor ou igual a 10cmH2O.


D

Volume corrente entre 4-6mL/kg, frequência respiratória mais alta, desde que não ocasione auto-PEEP, tolerar hipercapnia permissiva e pressão de distensão menor ou igual a 15cmH2O.