Em uma sessão clínica, um fisioterapeuta defende a abordagem terapêutica baseada nos princípios da funcionalidade da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). O profissional apresenta como recurso fisioterapêutico complementar o uso da realidade virtual para atendimento aos pacientes com hemiparesia/hemiplegia decorrente de lesões encefálicas adquiridas.
Entende-se por realidade virtual uma técnica de interação entre o usuário e um sistema computacional que recria o ambiente de maneira artificial em uma interface virtual. A interação é a capacidade que o usuário tem de interagir com os objetos virtuais, através de dispositivos que provocam essa sensação (luvas digitais, óculos digitais, dentre outros). A partir do discurso do fisioterapeuta, a Teoria de Controle Motor que norteia a prática desse profissional é a:
Teoria Ecológica.
Teoria Hierárquica.
Teoria Reflexa.
Teoria dos Sistemas.
Teoria de Sherrington.