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A correta escolha da interface e a adequada assistência realizada pela equipe multidisciplinar na adaptação da ventilação mecânica não invasiva podem ser fatores determinantes no sucesso da terapia e na reversão do desconforto respiratório. Nesse contexto, é correto afirmar que
os recém-nascidos respiram preferencialmente pela boca, portanto deve-se evitar a ventilação por meio de dispositivos nasais.
a ventilação não invasiva com máscaras nasais não é um recurso para prevenir intubação em recém -nascidos.
o uso de prongas bi nasais curtas oferecem menor resistência ao fluxo aéreo, quando comparadas às prongas longas ou nasofaringeas.
o aquecimento e a umidificação dos gases não melhoram a adaptação à ventilação não invasiva.
a pronga nasal é indicada para reduzir a gravidade das lesões nasais por não realizar compressão do septo nasal.