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Para a avaliação e o diagnóstico do distúrbio fonológico, a literatura aponta a avaliação complementar com provas aplicadas sem equipamentos e, dentre elas, a diadococinesia oral, que é utilizada para
verificar se a criança é estimulável à produção de um determinado som ausente de seu inventário fonético.
medir a capacidade de alternar ações musculares diametralmente opostas, tais como na rápida produção de sílabas.
controlar a ocorrência de pausas, minimizando a influência da formulação da linguagem na velocidade e refletindo melhor a performance dos mecanismos motores de produção de fala.
verificar a programação fonológica e sugerir um sistema instável que pode restringir a ampliação do inventário fonético.
medir, de forma não invasiva, a variação da resistência elétrica entre dois eletrodos colocados sobre a cartilagem tireóidea.