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Sobre a avaliação de um paciente de 60 anos que apresenta queixa de roncar muito e até parar de respirar por alguns momentos durante a noite, é correto afirmar que:
Nesses casos a relação maxilomandibular não precisa ser avaliada, uma vez que isto não vai interferir no prognóstico.
O tipo facial não deve ser observado, pois a condição esquelética não é um fator limitante para uma posição habitual eficaz de lábios fechados.
Dados antropométricos como peso, altura e cálculo do índice de massa corpórea (IMC) não precisam necessariamente ser registrados e/ou acompanhados durante o tratamento, uma vez que mudanças nesses valores não se relacionam com a queixa apresentada pelo paciente.
Dentre as principais alterações miofuncionais orofaciais em pacientes com apneia estão língua flácida, alargada com marcas nas laterais e com posição inadequada devido ao seu dorso alto; flacidez da musculatura palatal; lábios e bochechas com tônus diminuído.
O foco principal da avaliação fonoaudiológica é determinar apenas os desequilíbrios musculares do sistema estomatognático que possam interferir na via aérea superior (VAS) durante o sono, não sendo essencial avaliar as questões funcionais.