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Uma criança de 10 anos de idade está cursando o 3º ano do ensino fundamental I pela segunda vez por não estar conseguindo ser alfabetizada. A criança foi submetida a uma avaliação com equipe multidisciplinar composta por fonoaudiólogo, neuropsicólogo, psicopedagogo e neuropediatra. O resultado da avaliação neuropsicológica foi funcionamento intelectual com QI total com percentil 60, índice de compreensão verbal com desempenho limítrofe, memória operacional deficitária, velocidade de processamento deficitária. O resultado da avaliação fonoaudiológica foi deficit na decodificação de leitura, consciência fonológica alterada, vocabulário expressivo e receptivo com desempenho inferior, escrita com desempenho inferior, trocas na fala caracterizadas por dessonorização de forma sistemática, desempenho na matemática inferior tanto nos aspectos básicos como nos procedimentos de cálculo. O resultado da avaliação psicopedagógica foi desempenho inferior em leitura e escrita, pré-competências da leitura e escrita (esquema corporal, orientação temporoespacial e lateralidade), com desempenho inferior e par educativo com indicação de deficit na aprendizagem e na relação professor e aluno. Tendo em vista esse caso clínico, o transtorno de base dessa criança é
transtorno específico de aprendizagem com prejuízo na leitura (dislexia).
transtorno do desenvolvimento da coordenação (TDC).
transtorno do deficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
deficiência intelectual (DI).
transtorno do espectro autista (TEA).