Imagem de fundo

A distrofia muscular oculofaríngea (DMOF) foi descrita pela...

A distrofia muscular oculofaríngea (DMOF) foi descrita pela primeira vez por Taylor, em 1915, sendo caracterizada como uma miopatia hereditária de transmissão autossômica dominante, de início tardio (entre a 5ª e 6ª década de vida), com sinais clínicos de ptose palpebral e de disfagia orofaríngea, esta última possivelmente associada à fraqueza muscular proximal. Há sintomas precoces, e os problemas de deglutição, muitas vezes, evoluem gradualmente, impedindo a ingestão de alimentos na consistência líquida. Os sintomas precoces dessa doença são:


A

Aumento do tempo de refeição, recusa para alimentos secos e a evolução gradual dos problemas de deglutição pode gerar: episódios de broncoaspiração, regurgitação oral e refluxo nasal, crises de asfixia, pneumonia e desnutrição.


B

Aumento do tempo de refeição, recusa para alimentos secos e a evolução gradual dos problemas de deglutição pode gerar: episódios de bronquiolite, regurgitação oral e refluxo nasal, crises de asfixia, pneumonia e desnutrição.


C

Aumento do tempo de refeição para alimentos pastosos e a evolução gradual dos problemas de deglutição pode gerar: episódios de broncoaspiração, regurgitação oral e refluxo nasal, crises de asfixia, pneumonia e desnutrição.


D

Diminuição do tempo de refeição, recusa para alimentos secos e a evolução gradual dos problemas de deglutição pode gerar: episódios de bronquite, regurgitação oral e refluxo nasal, crises de asfixia, pneumonia e desnutrição.


E

Aumento do tempo de refeição, recusa para alimentos secos e a evolução gradual dos problemas de deglutição pode gerar: episódios de broncoaspiração, regurgitação oral e refluxo nasal, crises alérgicas, pneumonia e desnutrição.